domingo, 18 de outubro de 2015

Oral .. elixir.. apetites de te devorar...

Não me fiz rogada, quando me o piscavas o olho, fazendo-me sinal com o teu pau teso, já a sair fora da roupa, não quis mais nada, quis com as minhas mãos atrevidas, arrancá-lo para fora, acariciá-lo com a minha boca faminta, marota, já carente
Mas no meio de tantos carinhos, entre sussurros e gemidos, e a tesão, que nos torturava a mente, depois de tantos miminhos te oferecer, deixei-te louco, desvairado, "mal disposto", explodindo o mais belo elixir, a lubrificação da minha boca. Não me fiz rogada, ao teu mastro grande e doce...
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